Projeto TETO

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Voluntariado
Sobre este projeto

A TETO é uma Organização Não Governamental (ONG) que tem como objetivo a superação da extrema pobreza, por meio da formação e da atuação conjunta dos moradores das comunidades atendidas e também dos voluntários. Uma das primeiras ações da instituição, ao iniciar campanhas, é a construção de casas emergenciais para as famílias consideradas em situação de vulnerabilidade.

 

Mais informações sobre o projeto: www.techo.org/paises/brasil/
Um dia de Voluntário da TETO

Com o desejo de proporcionar melhores condições de vida a cada uma das famílias auxiliadas pela ONG, a professora Gabriela Fagundes Dunhofer do Colégio Teresiano – Colégio de Aplicação da PUC-Rio – juntamente com os alunos da instituição, iniciou uma campanha de arrecadação de recursos para o pagamento de uma moradia de emergência. Foi necessário arrecadar R$ 7000,00, valor necessário para a construção da casa.

Com o dinheiro arrecadado, por meio do site crowdfunding e também por pessoas que procuraram o Colégio para deixar doações, os alunos do Ensino Médio e a professora Gabriela foram voluntários, nos dias 01 e 02 de abril, na construção de uma casa de emergência.

No mesmo fim de semana ocorreu a construção de mais 20 moradias, assim como em dezembro de 2016, sendo as casas localizadas no Jardim Gramacho, Vila Kennedy e Parque das Missões. Atualmente os trabalhos também são desenvolvidos nas comunidades Vila Beira-Mar, Canal do Anil e Portelinha.

O que mais impressionou a todos no trabalho feito pela TETO foi a qualidade das casas em que as pessoas vivem, sem infraestrutura e saneamento básico. João Pedro Chaves, estudante da 3ª série do Ensino Médio, gostou tanto da experiência que decidiu se tornar voluntário permanente da ONG.

“O que me motivou a ser voluntário pela TETO foi a vontade de fazer parte de um projeto que muda concretamente a vida das pessoas”.

A construção da casa também foi um momento marcante para a aluna da 3ª série do Ensino Médio, Inês Beatriz Caldas Sendas do Nascimento Brito, que comparou a realidade da vida que vive e as das famílias atendidas pela ONG.

“Eu achava que sabia o que era pobreza. A casa da família, antes de ter a que construímos, era um quarto, sala de estar e cozinha. O banheiro era um buraco no chão. Esse trabalho pôde me mostrar o quanto devemos dar valor ao que temos e conseguimos, pois há pessoas que não têm o mínimo para sobreviver. Essa experiência me fez ser muito grata pelo que tenho”, relata Inês bastante emocionada.