Um reecontro e as expectativas para o futuro

Um reecontro e as expectativas para o futuro

No dia 10 de março, de 2017 aconteceu o tradicional encontro dos ex-alunos do Colégio Teresiano. Vieram alunos que se formaram no Ensino Médioem 2017 e 2016. E todos pareciam estar em casa. Estiveram presentes a coordenadora pedagógica geral do Colégio, Marília Dias, o coordenador do CAP, Gilson Pereira, a assessora de tecnologia educativa, Patrícia Siffert, e a professora Francilaide, que abriu o evento.

Encontro dos ex-alunos do Colégio Teresiano, com Marília Dias, coordenadora pedagógica geral do Colégio, Gilson Pereira, coordenador do CAP, Patrícia Siffert, assessora de tecnologia educativa e a professora Francilaide.

A professora Francis reforçou a importância desse encontro e o valor da convivência que, a partir de agora, passa a fazer parte da vida social e, em breve, profissional, desses alunos. “Muitos alunos, mesmo depois de formados aqui, seguem conosco através das ações sociais, como as da ONG TETO¹, por exemplo.” Depois, no coquetel de confraternização, vários alunos já alinhavam com a professora suas disponibilidades, empolgados por seguirem participando das ações de voluntariado.

A professora Francis reforçou a importância desse encontro e o valor da convivência que, a partir de agora, passa a fazer parte da vida social e, em breve, profissional, desses alunos.

Logo depois da abertura quem se apresentou foi a ex-aluna do Colégio Teresiano, Ana Elisa Bekenn, que se formou em Relações Internacionais na PUC e fez uma palestra muito envolvente, contando a sua trajetória no Colégio e as referências que traz consigo ao longo de sua carreira.

Ana Elisa terminou o Ensino Médio no Colégio Teresiano em 2009 e o seu currículo, já tão intenso desde cedo, reflete muito o que ela leva de sua formação: O Teresiano sempre se preocupou com a constituição de cada um de nós como pessoa, não como se fôssemos um número apenas. E eu tive muitas experiências concretas disso. Ações sociais como as da Creche Tia Maura, as que são feitas junto à ONG TETO, por exemplo, são ações contínuas. O Teresiano faz isso, promove contribuições que ficam. Muitas vezes já ouvi colegas falando e refletindo, felizes, sobre “como, em apenas num fim de semana, eu pude mudar a vida de alguém?”.

Ana Elisa Bekenn: “– O Teresiano sempre se preocupou com a constituição de cada um de nós como pessoa, não como se fôssemos um número apenas. E eu tive muitas experiências concretas disso. Ações sociais como as da Creche Tia Maura, as que são feitas junto à ONG TETO, por exemplo, são ações contínuas. O Teresiano faz isso, promove contribuições que ficam.” 

Ainda no 2º ano, do Ensino Médio, Ana Elisa decidiu que ia cursar Relações Internacionais, o que realizou na PUC. Mas o seu grande sonho “muito concreto”, como ela mesma diz, seria participar, trabalhar, na ONG Médico Sem Fronteiras. – E hoje estou lá. Apesar de não ter autorização ainda para participar das missões, que é o que eu realmente quero, posso afirmar para vocês: Não tenham medo de mudar o seu percurso no meio do caminho. E citando Nelson Rodrigues que, ao ser questionado em uma entrevista, já dava o seu recado para os jovens: envelheçam!, ela aproveita para reforçar: Não tenham medo de mudar.

Ana reconhece que as novas gerações são um pouco mimadas, saem da graduação e querem ir logo para o escritório, sem paciência para passar pelo estágio, o que poderia lhes dar uma outra dimensão profissional. E, por experiência própria, ela recomenda: Não sigam somente com a experiência acadêmica. É muito importante estar sempre bem informado sobre o que está acontecendo no mercado de trabalho e aí, promover uma mudança com mais discernimento.

A plateia de ex-alunos, bastante atenta, depois continuou a “consultoria” com a Ana, na sala do coquetel. Afinal de contas, é uma identificação quase imediata a que acontece nesses encontros.

A plateia de ex-alunos, bastante atenta, depois continuou a “consultoria” com a Ana, na sala do coquetel. Afinal de contas, é uma identificação quase imediata a que acontece nesses encontros.

Esse sentimento de família é constante na rotina dos alunos e ex-alunos do Colégio Teresiano. Muitos se afastam um pouco, complementando o currículo, e depois voltam como se o tempo não tivesse passado. Como o Pedro Lobão, que na época em que ainda estava no Teresiano se afastou por cinco anos e meio, quando morou na Suíça. “– Quando voltei, consegui seguir com a mesma turma e vários colegas com quem eu tinha estudado antes”. Lobão hoje faz Direito na PUC e seu objetivo é trabalhar com Direito Corporativo. “– Tenho uma referência na família, nessa área, e vejo que tem muita demanda para o setor empresarial, além de ser um segmento do Direito que é muito bem remunerado também”, diz.

Esse sentimento de família é constante na rotina dos alunos e ex-alunos do Colégio Teresiano. Muitos se afastam um pouco, complementando o currículo, e depois voltam como se o tempo não tivesse passado.

No coquetel, a interação foi mais completa, com os alunos compartilhando as novidades, parando para as fotos de vez em quando, e assim foram até às dez da noite.

Como disse a Maria Martelleto – 1º período de arquitetura na PUC/2018: “— Sei que posso voltar e esse clima de família vai ser sempre o mesmo.”

E, assim, a história do Colégio vai se fortalecendo através desses laços, ano a ano, e se renova, muitas vezes, recebendo os filhos dos filhos do Teresiano, formando verdadeiramente uma grande família.